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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Lula vetará só um ponto da MP da Amazônia

Deu na Folha:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2506200915.htm

"Segundo esse auxiliar do presidente, que participou da reunião de ontem sobre a MP 458, muitos produtores rurais não vivem nas suas terras. Ou seja, o fato de não morar não significaria que o proprietário seja desmerecedor da posse regular da terra, argumenta esse ministro."

Somente os grandes produtores não moram na terra. Pequenos produtores sim. Estamos privilegiando a grande produção sobre a pequena. E depois fazem discursos no exterior reinvindicando a falta de alimentos e mostrando o Brasil como um dos maiores produtores de alimentos. Sim, produz alimentos, mas pra quem? Pros pobres é que não é. É pra exportar pra Europa e voltar como divisa pros grandes proprietários. Esse modelo atrasado de grande propriedade, promovido pela promiscuidade entre Estado e ruralistas, como mostrado nesse "acordo", remonta os tempos do reinado e simboliza o atraso da agricultura brasileira, que pode ser moderna tecnologicamente, mas socialmente não é diferente dos feudos medievais. Com a diferença que os feudos medievais empregavam. Os modernos tem máquinas.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

e-Gov - O uso da tecnologia no governo

Tecnologia é só uma ferramenta, mas uma ferramenta poderíssima.

Processos que demoravam anos para serem analisados e descobertos, como por exemplo, fraudes na declaração do imposto de renda, e eram feitos a esmo, hoje possuem fácil detecção. Imagina antes descobrir quem estava sonegando ou não.



Ou a eleição, que às 20 horas da noite do dia da eleição, já tinha 100% das urnas apuradas? 170 milhões de eleitores, tem noção do que é isso?



Imagina então quanto vai aumentar a arrecadação de IPVA quando implementarem o novo sistema com SINIAV, que usa um sistema igual ao do Sem Parar, onde todo carro poderá ser rastreado quanto ao pagamento ou não de impostos, se é roubado ou não, ou qualquer outro tipo de irregularidade. Vai ser virtualmente impossível roubar um carro e não recuperá-lo ou mesmo não pagar os impostos.


Ao contrário de antes, em que o trabalho era monótono e repetitivo, as tarefas hoje são muito mais de inteligência, trabalhos desafiantes e que trazem benefícios reais, tanto pro funcionário, quanto pro Estado quanto pros cidadãos.

Espero com mais esperança do que certeza de que isso se transforme em diminuição das despesas da máquina pública e eficiência nos serviços.

domingo, 24 de agosto de 2008

Para quem não acredita mais no Estado

Situação: todo dia passava meio dia por uma rua a caminho de casa e sentia o cheiro do esgoto vazando. Nada agradável. Ficava de mandar o e-mail pro site da Casan e reclamar, mas sempre esquecia. Quando lembrei, veio a resposta. Hoje, o problema já está resolvido.


Pra quem não acredita que reclamar funciona, aqui vai a prova:

Fw: VAZAMENTO DE ESGOTO


direc_opercional@casan.com.br
Bom dia,
Já encaminhamos sua solicitação ao setor responsável e o mais breve possível será efetuado a desobstrução. Desde já agradecemos a sua colaboração.
Att.
CASAN
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 18, 2008 1:38 AM
Subject: *** FALE CONOSCO - CASAN *** [ enviado para: Vazamento de rede de água ou esgoto da CASAN ]

Sistema de Fale Conosco Website CASAN.

Segue abaixo os dados enviados a partir do formulário presente no website CASAN, no dia 18/8/2008 - hora: 1:38 AM


Ob: 1
Nome: Bernardo João Torres da Silveira
Email: bernardojts@gmail.com
Telefones: (48) 3233-0261
Cidade: Florianópolis
UF: SC
Matricula: 12345678
Mensagem: No bairro Santa Mônica, na esquina da Madre Benvenuta com a rua entre o posto Ipiranga e o supermercado Angeloni, tem um bueiro vazando, soltando um cheiro horrível, principalmente meio dia, quando o sol está a pino.



Foi tão legal quanto quando a minha irmã ligou para a polícia rodoviária - 191 - por causa de Stilo amarelo que estava quase batendo no nosso carro, quando vínhamos de São Paulo, no km 21 da BR-101, já em Santa Catarina. 1 minuto depois, passando pelo posto da Polícia Rodoviária Federal, ela já estava bloqueada.

Faça sua parte, denuncie.

Alguns números úteis:


100 Secretaria dos Direitos Humanos
128 Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul
180 Delegacias Epecializada de Atendimento à Mulher
181 Disque Denúncia
190 Polícia Militar
191 Polícia Rodoviária Federal
192 Serviço Público de Remoção de Doentes (ambulância)
193 Corpo de Bombeiros
194 Polícia Federal
197 Polícia Civil
198 Polícia Rodoviária Estadual
199 Defesa Civil

(retirado de http://www.costamattos.com.br/page006.aspx)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Como é feito o trabalho de inteligência na polícia brasileira

Foi publicado no blog do Cacau Menezes, mas como acredito que não foi ele que escreveu, e sim o inspetor-chefe, reproduzo aqui.

Excelente para ver como o trabalho de investigação anda se especializando com a ajuda da tecnologia da informação. Só tinham que arrumar nomes melhores pra esses sistemas. É tudo uma coisa insípida. Pelo menos já passamos da época das siglas, que algumas empresas de tecnologia adoram adotar (GTO, NTO). Depois reclamam que isso não é divulgado ou que o produto não consegue vender. Coitado do vendedor que tem que divulgar um sistema chamado GTC, APD, ou qualquer porcaria assim. A Polícia Federal é que é esperta. Cria nomes incríveis pras operações. Por isso sempre tem cobertura na mídia.

A respeito da apreensão de 627 quilos de cocaína pura procedente do Equador, efetuada no Porto de Imbituba, em primeira mão, Cacau conseguiu algumas informações com Mario Reifegerste, inspetor-chefe da Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Florianópolis.

1. A apreensão da droga, na verdade, foi decorrente de um trabalho de inteligência denominado "análise de riscos", que se dá através do cruzamento de diversos dados disponíveis nos sistemas da Receita Federal, contendo informações de operações de comércio exterior (importação e exportação), movimentação financeira, dados fiscais e informações sobre movimentações dos contêineres de empresas; ou seja, um trabalho inteligente efetuado por auditores fiscais capacitados para tal.

2. a partir do cruzamento de dados, o setor de Investigação da Receita Federal identificou que havia uma forte suspeita sobre uma determinada empresa que operava no comércio exterior, que importava óleo de palma do Equador e exportava parafina líquida para a Bélgica, sempre utilizando os mesmos contêiner-tanques. (Detalhe: Santa Catarina não é produtora de parafina líquida, sendo que este produto é produzido na Bahia.)

3. Utilizando um sistema recém implantado pela Receita Federal, denominado "Siscomex Carga", que controla todas as operações de comércio exterior do país, a equipe de investigação identificou que a empresa suspeita, que era sediada em Fortaleza e possuía uma filial na cidade de São José (SC), acabara de receber um contêiner-tanque contendo óleo de palma, procedente do Equador, que se encontrava armazenado no porto de Imbituba, aguardando os procedimentos de importação (registro da declaração de importação e pagamento dos impostos); Este container, que na verdade já estava com a droga oculta, seria utilizado em um momento subsequente, para exportar a cocaína para a Bélgica, numa operação de exportação de parafina líquida, o que não chamaria a atenção das autoridades daquele país.

4. A partir de todas as evidências acima, a Receita Federal passou a monitorar o contêiner, dentro do Porto de Imbituba. O objetivo da Receita Federal era levar o contêiner na quinta-feira (29) para o Porto de Itajaí ou de Navegantes, onde seria submetido a uma inspeção através de um moderno equipamento de raios-x (scanner), para tentar identificar uma possível existência de drogas ocultas no equipamento.

5. Para confirmar a suspeita de drogas, a Receita Federal solicitou à Polícia Civil de Santa Catarina uma inspeção do container através de cães farejadores. Atendendo a solicitação, o Delegado da Polícia Civil e treinador dos cães, Eduardo Hahn, esteve no Porto de Imbituba na quarta-feira, 28, com dois cães farejadores.

6. Os dois cães utilizados foram certeiros, demonstrando através de seu comportamento que não restava dúvidas de que havia drogas ocultas em uma das extremidades do contêiner-tanque.

7. A partir desta confirmação, a Receita Federal acionou a Polícia Federal, através do Delegado João Vieira, da Delegacia de Entorpecentes, que com sua equipe se dirigiu ao Porto de Imbituba. Também foi acionada uma equipe do corpo de Bombeiros, para auxiliar nos trabalhos.

8. Havendo forte suspeitas, a Inspetora-Chefe da Receita Federal em Imbituba autorizou que o contêiner-tanque fosse cortado, o que foi efetuado pelo Corpo de Bombeiros, após o que foi identificado em seu interior um compartimento preparado, onde foram encontrados os pacotes contendo 627 quilos de cocaína pura, apreensão recorde em SC, que seria destinada para a Europa.

DETALHES

Esta empresa possui mais 5 contêineres-tanque alugados em seu nome, que podem estar sendo utilizados para transportar cocaína, razão pela qual a Receita Federal continuará as buscas para tentar localizá-los e tentar identificar outras cargas de cocaína. Entre 2006 e 2008 a empresa efetuou 6 exportações de parafina líquida para a Bélgica, utiliizando-se de contêiner-tanque. Isto significa que podem ter sido remetidos para a Europa, através destas operações, o equivalente a 3 toneladas de cocaína pura (ou US$ 30 milhões), o que somente foi interrompido graças ao trabalho de inteligência da Receita Federal do Brasil,com o apoio das Polícias Federal e Civil.

A Receita Federal está prestando todas as informações necessárias para a Polícia Federal, e espera que nos próximos dias a Polícia Federal efetue a prisão dos responsáveis por toda esta operação de tráfico internacional de entorpecentes.

A operação contou com o apoio fundamental da Polícia Federal , Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, sem os quais entendemos que não teria alcançado os objetivos. A Receita Federal também acionará as autoridades da Bélgica, para que seja efetuada investigação na empresa que importava as cargas de parafina líquida, o que entendemos que era somente um pretexto para o envio da cocaína para aquele país.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Corpo do padre que decolou com balões é encontrado em Maricá

sexta-feira, 4 de julho de 2008 14:37 BRT

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um rebocador que prestava serviço para a Petrobras na costa do município de Maricá, no Rio de Janeiro, encontrou o corpo do padre Adelir de Carli, que usou mil balões para tentar voar.

O padre, que tinha 42 anos, decolou do sul de Santa Catarina suspenso por mil balões de festa coloridos no dia 20 de abril.

A Petrobras informou que o corpo, localizado na quinta-feira, estava com a mesma roupa e mochila do dia do seu desaparecimento, e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Macaé para confirmar a identidade.

"As roupas e os tênis indicam que é ele", informou a assessoria da Petrobras.

O rebocador Anna Gabriela estava operando a 100 quilômetros da costa do litoral, próximo à plataforma P-10, da Petrobras. O corpo foi encontrado às 16h e chegou a Macaé na madrugada desta sexta-feira.

A viagem do padre tinha como objetivo quebrar o recorde de permanência no ar com balões preenchidos por gás hélio, mas ele foi surpreendido por um vento forte que o levou para o Oceano.

As buscas pelo padre já haviam sido encerradas.

(Reportagem de Denise Luna)


Mentira...


Fonte: Reuters

quinta-feira, 19 de junho de 2008

UFSC: criação de novos campi com apoio da iniciativa privada


Um campus em outras cidades poderia ser construído com ajuda da iniciativa privada. Os grandes empresários de cada pólo do estado poderiam ser juntar, descobrir quais as necessidades de mão de obra no longo prazo e firmarem parcerias para a construção de novos campi em regiões que necessitam. Evitariam o êxodo rural e urbano e qualificariam mão de obra. Claro que a universidade faria um campus com outros cursos além dos recomendados pelos empresários. Por que provavelmente estes iriam querer somente cursos que fossem interessantes pra eles, e nem sempre isso é o melhor pra região no longo prazo.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Crescimento de Florianópolis



Passeando pelo Centro de Florianópolis depois de deixar minha namorada no concurso do Tribunal de Justiça, vi como esse bairro fica completamente vazio nos finais de semana, ou fora do horário comercial em geral. E então comecei a analisar a formação do bairro.

O bairro cresceu como um centro tradicional de qualquer cidade, e nesse caso capital de um estado brasileiro, que é reunindo os órgãos oficiais, além da igreja matriz e das vizinhas. A igreja já foi um marco importante no desenvolvimento da cidade, mas hoje é irrelevante pro movimento urbano na ilha, devido ao enfraquecimento da igreja católica nas capitais. Mas os órgãos continuam com grande força no centro como matrizes do desenvolvimento.

Em torno desses órgãos, cresceu o comércio tradicional, de roupas, eletrodomésticos, óticas e xerox. A demanda por esse comércio só existe por que no início houveram os órgãos oficiais, que criaram tráfego de pedestres. Esse tráfego criou a oportunidade de se vender artigos e prestar serviços ao redor para abastecer os trabalhadores dos órgãos durante o intervalo do trabalho e na hora de entrada e saída do expediente (mais na saída que na entrada).

Criaram-se então, lanchonetes, que funcionavam como ponto de encontro, como antigamente havia o famoso Senadinho. Além de casas de cópias, papelarias. Por volta criaram-se cartórios, necessários à protocolação de documentos oficiais e hoje existem as casas de informática. Esse "comércio" tinha uma necessidade governamental e existiria em algum lugar, qualquer que fosse. Quer dizer, a cidade

Só que aproveitando a demanda e o fluxo de pessoas, a localização central, e a necessidade de qualquer cidade de ter seu comércio, criou-se o entorno de comerciantes de produtos acessórios, como cabeleireiros/barbearias, vendas de sapatos, lotéricas, óticas, lojas de roupa, engraxates.

Esses serviços e produtos acessórios vive numa colônia, tendo uma simbiose onde um negócio alimenta o outro, fornecendo meios para que se crie um círculo virtuoso. Não de prosperidade abundante, porque o fato de se tratarem de funcionários públicos e vendedores, ambos com salários modestos, não permite, mas de sustentabilidade e tranquilidade para os comerciantes locais. Essa tranquilidade gera um clima nos comerciantes de apatia, falta de competitividade e inovação. Isso criou uma rede de comerciantes, vários de origem turca e libanesa que domina o mercado local.

Essa movimentação até pouco tempo era saudável e sem preocupações, mas com o aumento da população da capital, tanto o natural quanto a migração, teve consequências funestas para o desenvolvimento da cidade. Na verdade isso só revelou problemas já ocultos na estrutura de desenvolvimento da capital. O crescimento localizado em um só foco, a falta de opções culturais, o mau tratamento dado aos mendigos e crianças de rua no governo do prefeito Dário, viraram feridas expostas assim que a pele de Florianópolis ralou devido ao vai-e-vem de pedestres.

A Ilha cresceu, não é mais a Florianópolis de antigamente, e os saudosistas que se acostumem, pois o progresso veio pra ficar. Não dá pra planejar Florianópolis com os olhos de 20, 30, 40 anos atrás. O aumento da população cria mudanças no comportamento, já que a quantidade de gente, diminui a quantidade de olheiros do comportamento e marias-futrica pra ficar vigiando o comportamento de cada um. Isso deixa a pessoa à vontade, até demais às vezes para adotar comportamentos, que antigamente, quando "todo mundo se conhecia", e que existiam as "famílias poderosas" da cidade, as pessoas não faziam. E se vê então diversos retratos de falta de educação e respeito entre os cidadãos.

Mas ao mesmo tempo, dá liberdade para que se fuja da mesmice, e não se precise seguir o comportamento padrão, pasteurizado. A Ilha está mais plural. Está longe de ter uma produção cultural própria efervescente, o que se vê é uma iniciativa cá e lá. Mas quem vive aqui pode, mas não precisa mais fazer o êxodo para São Paulo em busca de novos horizontes. O crescimento trouxe muitas oportunidades para quem quer inovar, criar. E em pouco tempo a inovação vai ser necessidade, e não oportunidade, já que investimentos de fora trazem expertise ausente na capital, tomando de supetão o comércio que há muito anda despreparado para esses novos horizontes que apontam.

Os problemas de hoje, da falta de programação cultural e do descaso com a mendicância e os pequenos assaltos no centro da capital tem cura.

A alternativa a isso, seria a movimentação cultural do centro. Com o aporte de pessoas de fora da ilha, criou-se uma demanda por eventos que fujam à rotina da cidade. Mesmo com a demanda da ilha dá para criar eventos que não precisam ir muito além do tradicional boteco e petiscos. Não precisa de nada inovador, apenas preencher uma lacuna que já existe. Mas tem que haver vários bares e um perto do outro para criar assim um movimento grande no lugar. Algo parecido com o presente em Curitiba ou na Lapa - Rio, onde vários bares ficam um do lado do outro, facilitando o acesso e criando demanda, já que quem não gosta de um vai pro outro.





Alfândega à noite


Catedral à noite

Centro histórico à noite

Vista noturna do centro de Floripa


Mercado público à noite


Forte Santa Bárbara.



Eventos como apresentações de samba, além de atrações alternativas criariam demanda para os bares e restaurantes que resolvessem se instalar no centro. A programação e divulgação de eventos populares tende a criar coisas para se fazer já que normalmente não se tem nada.

O comércio hoje continua fortemente também por causa dos moradores que se instalaram no centro, então não é provável que os mesmos se mudem, já que imóvel é um bem duradouro, mas os órgãos do governo podem ser deslocados para São José e adjacências, já que isso tiraria o sufoco da ponte na hora do rush, e espalharia o desenvolvimento por cidades como Palhoça, Biguaçú, Paulo Lopes.

O que é interessante é que se espalhe os pontos de desenvolvimento para que se tenha uma perspectiva de crescimento sadio, frente ao trânsito, cada vez mais impossível presente na Ilha.
Já houve a iniciativa de mover o Centro Administrativo para a SC-401, aproveitando o fim do BESC, que mais teve um efeito Brasília, de afastar manifestantes, do que espalhar e promover o desenvolvimento na região instalada, além de privilegiar empreiteiras. Pode ter ajudado a desocupar uma área que agora vai ser usada pela justiça catarinense. E também pode ser que tenha ajudado a espalhar o centro administrativo. O que acaba de alguma forma prejudicando, já que órgãos afastados significa de alguma forma falta de comunicação entre os poderes, já que os três se reuniam na Praça dos Três Poderes, no centro.